Semana da Biblioteconomia
Relatório da Semana VI Semana da Biblioteconomia
Prservação da Memória Histórica na era da Tecnologia
A VI semana de Biblioteconomia tee inicio no dia 26 de maio, até 30 do referido no corrente ano 2008
O tema preservação da memoria histórica na era da tecnologia foi oportuno frente as novas ferramentas que surgem a cada dia e , com isso, o aumento pelos usuarios dessas inovações. Nesse contexto a memoria cultural dsempenha um papel fundamental na construção e eevolução da soiedade, mostrando novas perspectivas para a iterpretação do presente, a releitra do passado e a imaginação do futuro.
Desta forma assistimos discussões em torno do tema com os Drs. Vagner Jacon e Lidia Eugenia, além do mestre Marcio Silva, mediado por Jefferson Véras.
Ao finl do trabalho, no dia 26 de maio apreciamos a brilhante apresentação cultural Verso de Boca.
Nesta perspectiva 25 de maio bibliotecárias compartilçharam suas experencias no mercado de trabalho
destaque para as convidadas: Rita de Cássia (IBGE); Talita Almeida (FB); Lucélia Mara (UNIFOR).
Assim, no dia 28 de maio foram ministrado os mine cursos. Tive o prazer de participar “Preservação da memoria cultural na era digital” ministrado por Erione Melo e Morgana Ramos, 6º Semestre de Biblioteconomia.
Detr dessa visão a vida humana vem sendo registrada e guardada do passado e presente para o futuro. Hoje não se consebe uma sociedade desenvolvida que exista sem livro ou biblioteca, sem leitura ou informação.
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Socio interacionismo online
VIGOTSKY
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No interior da Rússia pós- revolucionária, nos anos 20, um professor de ginásio que amava as artes se fazia uma pergunta fundamental: como o homem cria cultura? Dono de uma inteligência brilhante, ele buscou a resposta na Psicologia e acabou por elaborar uma teoria do desenvolvimento intelectual, sustentando que todo conhecimento é construído socialmente, no âmbito das relações humanas. O nome do professor era Lev Vygotsky e sua obra é hoje a fonte de inspiração do sócioconstrutivismo, uma tendência cada vez mais presente no debate educacional. A repercussão que o pensamento de Vygotsky vem obtendo possui a força de uma redescoberta. Nascido há um século, morreu em 1934, aos 37 anos. Sua obra enfrentou décadas de silêncio imposto pelo regime stalinista. Apenas em meados dos anos 60 seus livros chegaram ao Ocidente. Só então o psicólogo suíço Jean Piaget (1896-1980), lamentando que os dois não tivessem se conhecido, leu e comentou os elogios e as críticas que Vygotsky lhe fizera em 1932. Natureza social Conhecimento e sempre intermediado
POR QUE O NOME SOCIOCONSTRUTIVISMO? A escola é inútil se fica só no que a criança sabe “Nessa perspectiva, a educação não fica à espera do desenvolvimento intelectual da criança”, diz João Carlos. “Ao contrário, sua função é levar o aluno adiante, pois quanto mais ele aprende, mais se desenvolve mentalmente. “Segundo Vygotsky, essa demanda por desenvolvimento é característica das crianças. Se elas próprias fazem da brincadeira um exercício de ser o que ainda não são, a escola que se limita ao que elas já sabem é inútil. |
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Pesquisa- “ A Leitura em Família”
Ao terminar a aula na sexta-feira, dia 16 de maio, as 17; 30 horas, uma equipe do curso de Biblioteconomia saiu a caminho de realizar um trabalho da disciplina Teoria e Prática da Leitura, onde os mesmos fariam uma entrevista a uma família sobre “o hábito da leitura”, só que o grupo resolveu entrevistar duas famílias, para mostrar como essas anônimas heroínas lutou e lutam por seus objetivos de mãe em condições tão diferente. Nada melhor do que registrar um pouco da vida delas em um pedaço de papel com a saudade dos minutos rápidos de dedicação para organizar todas as tarefas que elas tinham ou têm pela frente. Neste trabalho vamos conhecer, como viveu a mãe de família humilde de classe média simples, que nasceu, cresceu, estudou, casou e criou seus filhos no interior na década 30 e a mãe também de classe média que nasceu, cresceu, estudou, casou e continua vivendo na cidade grande. Vamos saber o que as duas tem em comum nos desafios com a Educação dos seus filhos e quais os problemas inerentes à época passada e à época atual.
Primeira Entrevista
Entrevistada: D. Alacoque Bezerra
Iniciamos a nossa entrevista com a Sra. Alacoque Bezerra, nascida no dia 13 de março de 1939, no sítio Torrões de São José de Mangabeira, Esse lugarejo tem um apelido de (São José de Mãe Veia) município de Lavras da Mangabeira-Ce. Casou com 16 anos, e logo foi morar na cidade de Igüatú, pois seu marido tinha um comércio, lá ela criou os seus 7 (sete) filhos.
1- Perguntamos para a D. Alacoque se a mesma gostava de ler e qual foi o seu primeiro livro de leitura.
R – Ela nos respondeu que sim, gostava de ler muito e que a leitura para ela, é muito importante em todos os momentos, e que não passa um dia sem ler e sem rezar, a leitura para ela é como se fosse “Um alimento”. Quanto aos seus estudos; só cursou até o ginasial com era chamado naquela época, pois após seu casamento não teve mais tempo para estudar por isso parou. Seus primeiros contatos com os livros foi na sua infância com os livros didáticos a Carta do ABC e as cartilhas.
2- Ao perguntarmos se ela tinha a preocupação em ler para os filhos e se costumava contar histórias e quais eram essas historinhas;
R – Com toda franqueza e rapidez ela respondeu: “NÃO, EU NUNCA CONTEI HISTORIA PARA OS MEUS FILHOS”, por que eu não tinha tempo, agora a minha mãe sim, contava muitas histórias para os meus filhos, mas também não lembro os nomes das historinhas. Naquele tempo as coisas eram mais difíceis, e eu me preocupava com os deveres escolares, ou seja, ajudava nos deveres de casa, das lições e participava das reuniões e acompanhava o desempenho escolar dos filhos durante todo ano, e já que, a mãe dela morava com ela, a mesma contava as historinhas para os netos.
3- Perguntamos se a mesma freqüentou algumas vezes a biblioteca escolar e se seus filhos também freqüentavam e se eles gostavam de ler.
R – Não, eu nunca freqüentei uma biblioteca. Não tinha bibliotecas escolares, e a biblioteca que tinha era a Biblioteca Municipal do Iguatú, Agora os meus filhos sim, freqüentaram, eu os levava para fazer empréstimos de livros, trabalhos, isso acontecia semanalmente, ao chegar à porta da biblioteca eles adentrava, e eu só ia até a porta da biblioteca, mas nunca adentrei. Quanto aos meus filhos, todos gostavam de ler, e continuam gostando, tem duas filhas formadas em pedagogia, um formado em economia que é diretor de uma Faculdade em Roraima.
Agora os netos, apesar de fazerem faculdade não têm o hábito de leitura e que eles afirmam que a avó ler mais do que eles. Ela costuma separar livros para dar aos seus netos para ler e eles dizem: Deixa aí vó quando eu vier por aqui eu leio. Salientou que os jovens de hoje não se interessam pela leitura, pois a mesma ainda hoje conserva o hábito de ler, todos os dias ela ler e dentre os seus livros de leitura ela destacou “O Profeta” de Gibram, o qual para ela é muito sábio, e que tinha comprado à coleção de Gibram e deu para uma das suas filhas de presente, a filha lia e depois repassava para ela. Outros livros que ela leu foi de Ivanildo Silva que é seu conterrâneo, o livro de Norman Vicente Peole, e foi neste livro que ela encontrou ajuda para superar a perda do seu marido, mencionou também a Bíblia.
4- Perguntamos para ela que profissão ela queria seguir.
R-Quando jovem pensava em cursar odontologia e hoje se fosse fazer faculdade faria Letras. Ela nunca ensinou, porém gostaria de ser professora. Ela salientou que apesar dos avanços tecnológicos, ela adora escrever, já hoje tinha escrito três cartas e colocado no correio naquela manhã para a família.
5- Pedimos a D. Alacoque que deixasse uma mensagem para o grupo.
A mensagem que a D. Alacoque deixou para o grupo foi que: “A leitura é muito importante para ter uma aprendizagem de vida.”
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Segunda entrevista
Entrevistada: Myrlene Pinho Assunção Leite
Myrlene Pinho Assunção Leite, nasceu em Fortaleza em 23 de julho de 1974, casou-se com 16 anos e tem dois filhos, um menino Marcos, com 14 anos e uma menina Gabriela com 8 anos.
1- Perguntamos para a D. Myrlene se a mesma gostava de ler, qual foi o seu primeiro livro de leitura.
R – A D. Myrlene falou que gosta muito de ler e que o seu primeiro livro foi na alfabetização ou 1ª série, não lembrava bem, mas era uma historinha que falava da família das sílabas e o outro livro foi o pequeno príncipe e que ela já estava com seus 11 anos quando leu.
2- Ao perguntarmos se existia uma preocupação dela em ler para os filhos e se costumava contar histórias e quais eram essas historinhas.
R- Sempre leu historinhas para os seus filhos, como chapeuzinho vermelho, branca de neve e que tinha comprado uma coletânea a formação do caráter da criança. As suas historinhas eram contadas geralmente antes de dormi, ela contava para o mais velho e a menina ficava no seu colo só olhando as figuras e o que importava para ela era a voz, pois era muito bebê. Quando eles foram crescendo, ai sim, ela passou a contar historinha para os dois, e eles sempre pediam para ela contar. Tempo depois o mais velho começou a freqüentar a escolinha, a mais nova também e a escola que eles estudaram sempre incentivava as crianças a lerem, o método era construtivista, pois mandavam para casa livros só com as figuras e ela inventava a historia. Hoje, ela ler menos para os filhos, pois eles têm certa autonomia de lerem sozinhos. Atualmente se comporta como ouvintes dos próprios filhos, mas não deixa de se preocupar com a leitura dos mesmos. Salientou que tinha acabado de ler um romance “Uma historia de Amor” que é um para didático do seu filho, e que a história deste livro era baseada na realidade, no preconceito que há entre as pessoas e que ela vivenciou esse preconceito, devido o pai dela ser preto e a mãe branca. Gosta de ler romance, livro de alta ajuda, Alan Kardec, espiritismo e não poderia esquecer da Bíblia.
3- Perguntamos se a mesma freqüentou algumas vezes a biblioteca escolar e se seus filhos também freqüentavam e se eles gostam de ler.
R – Quando estudante da UNIFOR freqüentava assiduamente a biblioteca e hoje se preocupa em saber se a biblioteca da escola que os filhos estudam se é ou não acessível aos alunos. E que os mesmos sempre freqüentam a biblioteca. A sua filha Gabriela faz parte de rodas de leitura da sua escola e seu filho Marcos sempre estar lendo os livros para didáticos e que ela sempre ler com a Gabriela, por sinal a filha estava lendo o livro “Não me chame de Gorducha”. Uma historinha muito boa. Já com o filho mais velho ela senta para ler as tarefas de casa e não para a leitura prazerosa, pois sempre acompanha o desempenho escolar.
4- Perguntamos para ela que profissão ela queria seguir.
R – Ela fez enfermagem durante dois anos na UNIFOR, e depois que casou não continuou por falta de tempo e condições, pois se a mesma tivesse um pouquinho mais de condições ela retomaria seus estudos e terminaria o curso de enfermagem.
5- Pedimos a D. Myrlene que deixasse uma mensagem para o grupo.
A mensgem da D. Myrlene foi: “O Ato de ler propicia a renovação de seus pontos de vistas e que a leitura transpõe a imaginação e que derruba preconceitos”
CONCLUSÃO:
A pesquisa mostra como essas anônimas heroínas lutam por seus objetivos de mãe em condições tão diferentes. Neste trabalho descobrimos a mágica da maternidade para cada uma, como contornam os problemas cotidianos, os malabarismos para dar conta de todas as tarefas, e a felicidade de formar uma família. Com maior ou menor dificuldade, essas mulheres encontraram sempre a sua maneira de desempenhar todos os papéis oferecendo condições, possibilidades e culturas diferentes para isso. Em comum, essas duas mulheres, mais as outras milhões de mães que existem no Brasil, guardam em si um enorme desejo de criar bem os seus filhos. Educá-los para ter sucesso na vida. Vê-los sorrir todos os dias. Cada uma do seu jeito, com seu anseio, seus desafios.
Tudo isso faz parte da vida das mulheres, independentemente de seu grau de instrução, status social ou região onde moram. Elas conquistaram um enorme espaço na vida brasileira nas últimas décadas: ingressaram de forma maciça no mercado de trabalho, se dedicaram mais aos estudos, alcançaram posições de destaque nos mais variados setores do cenário nacional, venceram preconceitos e conseguiram independência pessoal. Os avanços ocorridos na vida feminina são inegáveis, apesar de ainda encontrarmos diferenças provocadas, principalmente, pela diversidade econômica, social e de gênero. Evidenciamos as diferenças entre essas duas mães. Elas têm relações diferentes com a casa, com a família e com o mundo. Mas em uma coisa elas têm em comum “a preocupação com a educação dos seus filhos”.
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Vida Profissional

Acolhida realzada semanalmente na escola São Rafael
Todas as sextas- feiras realizamos contação de histórias, dramatização com a interação dos alunos.
BALCÃO DE OUVIDORIA
Ação social que beneficou a comunidade do Poço da Draga, realizada pela escola São Rafael em parceria com a Regional II.
As ações realizadas foram: Emissão de documentos: RG, CPF, Carteira Profissional
Vacinação, distribuição demudas, corte de cabelos, massagens, informações sobre DST, AIDS E DENGUE
Oficinas de artes: cinema, aeróbica e sala de leitura.
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Quem Sou eu?
I- Nasci na terra do sal
potiguar sem ter igual
foi nas águas termais
onde aprendi a falar
II- Estudei no Coração de Maria
Colégio da burguesia
Oh! que grande ironia
menina cheia de sonhos
Num colégio de normas e convenções
III – Chegando a adolescencia
Contabilidade cursei
por inssitencia maternal
ali me rebelei
IV- Paralelo a contabilidade
o Normal cursei
enquanto contabilidade parei
o Normal eu amei.
V- O vestibular chegou
Oh1 que tempo mal fadado
vejo meu amado pai
com o rádio a escutar
esperando meu nome
para pdagogia cursar
VI- Mas foi em Fortaleza
cidade que é uma beleza
que um amigo encontrei
procurei or tanto canto
afinal o achei
nunca mais andei sozinha
minha vida é bacaninha
aquela que vivia só agora é uma andorinha
VII- Você já percebeu
quem é o amigo meu?
que também pode ser teu
é Jesus o filho de Deus!
VIII- Deus sempre é fiel
por todos os caminhos que passo
sempre pra mim é graça
passando na seleção
que nada tinha de canção
trabalhei na televisão
não como apresentadora
sim, como monitora
foram anos de realizações
recordar doi no coração
foi muita dedicação
hoje reelembro com paixão
IX- Recebi premios e premios
viagens que nem lembro
fui até o Leste Extremo
sem esquecer o Ocidente
X- Considero um marco forte
o meu curso de pós
e para mim é como um foco
Ana antes, Ana após
XI- Dez anos foram passados
e sentir necessidade
foi uma volta levada
levada com muito gás
hoje estou na Universidade
XII- Hoje estou na alegria
é uma festa a Biblioteconomia
realizo com harmonia tarefas do dia-a-dia
omo aluna especial pesquisei logo na grade
aquela que enche a vida
busquei na Teoria
O que não vive sem Prática
a Leitura que sempre marca.
XIII- E por falar em marcar
obrigada a moçada
destacando neste ramo
a professora do ano
XIV- muito bem seu nome é Débora
eita mulher guerreira
grande professora inteira
pela frente uma carreira
XV- Só resta agradecimento
à turma qual uma semente
a gente sente e aumenta
sem cair no ESQUECIMENTO.
Add a comment Junho 16, 2008
“acolhida”
acolhida
seja bem-vindo meu povo
pois agora vou contar
fatos da vida “real”
voces vao arrepiar
serão reais ou imaginários
todos vão advinhar
leiam com atenção
assunto não vai faltar
escritos em verso e prosa
contando todas as provas
mostrando nas entrelinhas
quem é esta figurinha
buscando a qualidade
procurei a Faculdade
nesta tal Informação
encontrei com emoção
numa sala de expressão
a turma do coração
pois não é que a professora
conversando sobre blog
e também o portfólio
despertou minha atenção
busquei na interação
entender a erupção.
Eita que vida matreira!
não é que vi o que gosto
reencontrei o Vygotsky
valorizando a escola
e também o professor na intervenção pedagógica
tudo isto integrado
num presente/passado
Lev é um legado
beneficiando a humanidade.
Add a comment Junho 11, 2008
Hello world!
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1 comentário Junho 11, 2008






